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Comitiva do Sul visita obras da Serra da Rocinha
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O presidente da ACIVALE, Evaldo Niehues Junior, acompanhou uma comitiva formada por presidentes das Associações Empresariais liderada pelo presidente da FACISC, Sérgio Rodrigues Alves, em visita às obras da Serra da Rocinha, na BR-285, em Timbé do Sul. Também participaram prefeitos e representantes do Poder Público. Eles percorreram o trecho da rodovia, orientados por um representante da empreiteira responsável pela obra.

Os recursos para finalizar a pavimentação da rodovia foram retirados do Orçamento da União e, por isso, as obras seguem paradas. Para a conclusão, resta apenas um quilômetro. O Governo Federal sinalizou, a liberação de R$ 15 milhões, previstos para a manutenção de rodovias, e que deverão ser realocados para as obras da Serra da Rocinha. Para a cobertura desses serviços, garantindo o andamento da obra, é necessário um aditivo ao contrato para o aporte de recursos.

O presidente da Facisc, Sérgio Rodrigues Alves, reforça a importância do encontro e a mobilização das associações da região. “A Facisc tem um compromisso com as associações de estar muito próxima das demandas locais. Nesse sentido, a visita ao Sul do Estado, em especial para ver a BR-285, é uma forma de ter legitimidade para defender e levar os pleitos a nossos representantes legais. Quero destacar a mobilização de todas as associações da região, que estão comprometidas com essa causa. Quando estamos unidos, temos mais força para reivindicar”, destaca o presidente da Facisc.

“O Governo Federal já sinalizou que disponibilizará os recursos. Se não fosse dessa forma, o Governo do Estado estava disposto a investir nessa obra, para o escoamento da produção e o desenvolvimento turístico. Para uma obra desse porte, é um investimento relativamente baixo, em torno de R$ 26 milhões. Agora é uma questão de alinhamento. Quero contribuir para logo vencermos esses entraves burocráticos e agilizar a liberação desses recursos”, explica Rodrigues.
 

Articulação com os governos Estadual e Federal

“A visita do presidente da Facisc à obra é crucial, pois ele tem uma articulação muito grande com o Governo do Estado e com o Governo Federal. Essa obra é vital para a economia da região, mas a conclusão está ameaçada pela falta de recursos. Nossa intenção ao trazer o presidente da Facisc é para que ele conheça a grandiosidade da obra, tivesse uma visão clara sobre a necessidade de concluí-la e ajude o Extremo Sul catarinense a conseguir os recursos”, destaca o presidente do Conselho Superior da Acic e vice-presidente da Facisc, César Smielevski.
 

 Recursos para a finalização

A estimativa é de que sejam necessários R$ 41 milhões para a finalização dos serviços, sendo que  R$ 15 milhões devem ser assegurados pelo Ministério da Infraestrutura. “Com esses R$ 15 milhões, a empreiteira poderá dar continuidade ao trabalho, enquanto se busca os outros R$ 26 milhões. No momento, a obra está parada e a empreiteira faz apenas serviços acessórios”, pontua Smielevski.
 

Qualidade da obra

Ainda conforme o presidente da Facisc, a comitiva se surpreendeu com a qualidade da obra. “Ficamos surpresos com o nível da obra. Será uma atração turística e de grande importância econômica, pois é o eixo mais próximo que temos e terá um reflexo muito positivo para os nossos portos, principalmente o de Imbituba, e ajudará na economia de Santa Catarina como um todo”, conclui o presidente da Facisc.
 

Uma espera de mais de 30 anos

“Há mais de 30 anos temos a expectativa de que essa obra saia do papel. Quando soubemos que os trabalhos seriam paralisados, isso nos deu uma angústia muito grande, porque sabemos da importância econômica dela. Não só pela questão do turismo, mas também para o transporte dos nossos produtos. A mobilização das lideranças empresariais e políticas trouxe a esperança de que vamos concluir essa obra tão importante para a geração de emprego e renda na região”, expõe o prefeito de Turvo, Sandro Cirimbelli.
 
Colaboração: Deize Felisberto – Assessoria de Imprensa da Acic